QUEM PENSOU ALGUM DIA QUE um aparelho celular do tipo smartphone poderia ser útil no combate a doenças provocadas por vermes mortais? Ou então que, pelo Twitter, ou por um SMS via celular, as autoridades de saúde pudessem ser alertadas para locais onde pessoas estão adoecendo, atacadas por essas criaturas ameaçadoras?
Nada disso é ficção – pelo contrário. Possivelmente, em alguns anos os serviços públicos de saúde utilizarão esses recursos para melhorar os processos de investigação dessas enfermidades, limitando suas consequências, favorecendo o seu controle e, quem sabe, a erradicação de muitas delas. Para compreender essas possibilidades, conheça o futuro dos estudos epidemiológicos em doenças tropicais.
Nada melhor para ilustrar uma história que a beleza do seu cenário. Nesse caso, nossa jornada começa na paradisíaca praia de Porto de Galinhas, em Pernambuco. Durante todo o ano a praia recebe milhares de turistas brasileiros e estrangeiros, em busca de belezas naturais, águas mornas e cardumes nadando nas proximidades, relaxando num dos trechos do oceano Atlântico mais cobiçado do mundo. Mas, em meio a sol, água de coco e outras fontes de prazer é difícil imaginar que a distâncias de poucos metros existem focos do caramujo Biomphalaria glabrata,/i>, transmissor de uma parasitose grave chamada esquistossomose. Provocada por um verme conhecido por Schistosoma mansoni, ela ocorre em várias regiões do Brasil, além de estar presente em diversas regiões da África, Ásia e outros países com carência de infraestrutura de saneamento e qualidade de vida.
Nada disso é ficção – pelo contrário. Possivelmente, em alguns anos os serviços públicos de saúde utilizarão esses recursos para melhorar os processos de investigação dessas enfermidades, limitando suas consequências, favorecendo o seu controle e, quem sabe, a erradicação de muitas delas. Para compreender essas possibilidades, conheça o futuro dos estudos epidemiológicos em doenças tropicais.
Nada melhor para ilustrar uma história que a beleza do seu cenário. Nesse caso, nossa jornada começa na paradisíaca praia de Porto de Galinhas, em Pernambuco. Durante todo o ano a praia recebe milhares de turistas brasileiros e estrangeiros, em busca de belezas naturais, águas mornas e cardumes nadando nas proximidades, relaxando num dos trechos do oceano Atlântico mais cobiçado do mundo. Mas, em meio a sol, água de coco e outras fontes de prazer é difícil imaginar que a distâncias de poucos metros existem focos do caramujo Biomphalaria glabrata,/i>, transmissor de uma parasitose grave chamada esquistossomose. Provocada por um verme conhecido por Schistosoma mansoni, ela ocorre em várias regiões do Brasil, além de estar presente em diversas regiões da África, Ásia e outros países com carência de infraestrutura de saneamento e qualidade de vida.

Excelente Matéria!!!
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